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Primeira Infância: pesquisa revela que bebês nascidos nos presídios tem 12 vezes mais chances de ter vírus HIV

Uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ano passado revelou que crianças nascidas dentro das prisões estão mais expostas ao vírus HIV, quando comparadas aos recém-nascidos pelo Sistema Único de Saúde. O estudo “Nascer nas Prisões” foi apresentado no segundo dia da II Semana de Valorização da Primeira Infância do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, nesta terça, dia 6. A equipe do Nascer nas Prisões entrevistou todas as mães com filhos de até um ano de idade nas prisões brasileiras. A juíza Raquel Chrispino, integrante da Coordenadoria Judiciária de Articulação das Varas da Infância, Juventude e Idoso do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), abriu o evento. A pesquisa aponta que uma criança nascida de uma detenta tem 12 vezes mais chances de ter HIV e 23 vezes mais chances de nascer com sífilis do que um bebê do Sistema Único de Saúde. De acordo com o estudo, feito pelas pesquisadoras e coordenadoras da pesquisa, as doutoras Maria do Carmo Leal e Alexandra Sanchéz, 55% das detentas presas tiveram um número menor consultas pré-natal do que o recomendado. Um total de 32% não foram testadas para sífilis e 4,6% das crianças examinadas nasceram com sífilis congênita (da mãe para o feto). Outro dado importante é que, na maioria dos estados brasileiros, a mulher grávida é transferida no terceiro trimestre de gestação de sua prisão de origem para unidades prisionais que abriguem mães com filhos. Elas ficam seis meses com o seu filho, após o nascimento. Também participaram da mesa de debates os promotores Eliane de Lima Pereira e Rodrigo Cézar Medina, do Ministério Público Estadual, a psicóloga e doutora em Bioética Vilma Diuana (UERJ) e a advogada Luciana Simas, doutora em Bioética (UFRJ). Nesta quarta, dia 7, também no Antigo Palácio da Justiça, será realizado o painel “Primeira Infância e Vulnerabilidade Social”. Foto: Brunno Dantas/TJRJ MPM/FB
07/03/2018 (00:00)
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