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Justiça anula último testamento feito por Renne Sena

A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio aceitou o recurso dos familiares de Renne Sena, milionário ganhador da Mega Sena que foi assassinado em Rio Bonito em 2007, para anular o testamento em que eram beneficiárias a viúva, Adriana Almeida, condenada pelo crime, e a filha dele, Renata Senna. O testamento que foi anulado deixava a metade da fortuna de Renne para sua filha e a outra metade para Adriana. Segundo o desembargador Elton Leme, relator do processo, o testamento, feito em 2006, é nulo porque favorecia a viúva, Adriana Almeida, que não estava legitimada a receber a herança em razão de ter sido condenada criminalmente pela morte dolosa de Renne. Marcos Pizarro Ourivio, testamenteiro e inventariante nomeado por Renne, também é réu no processo porque, segundo os autores da ação, tinha interesse na celebração do ato, uma vez que era sócio-gerente da empresa que administrava os bens de Renne. Além disso, as testemunhas levadas por ele eram funcionários dessa mesma empresa. Proc. 000274818.2017.819.0046 SF / AB A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio aceitou o recurso dos familiares de Renne Sena, milionário ganhador da Mega Sena que foi assassinado em Rio Bonito em 2007, para anular o testamento em que eram beneficiárias a viúva, Adriana Almeida, condenada pelo crime, e a filha dele, Renata Senna.O testamento que foi anulado deixava a metade da fortuna de Renne para sua filha e a outra metade para Adriana.Segundo o desembargador Elton Leme, relator do processo, o testamento, feito em 2006, é nulo porque favorecia a viúva, Adriana Almeida, que não estava legitimada a receber a herança em razão de ter sido condenada criminalmente pela morte dolosa de Renne. Marcos Pizarro Ourivio, testamenteiro e inventariante nomeado por Renne, também é réu no processo porque, segundo os autores da ação, tinha interesse na celebração do ato, uma vez que era sócio-gerente da empresa que administrava os bens de Renne. Além disso, as testemunhas levadas por ele eram funcionários dessa mesma empresa.Proc. 000274818.2017.819.0046SF / AB
07/02/2018 (00:00)
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