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Juízes defendem a valorização da primeira infância no Rio

Maior acompanhamento e assistência de saúde para crianças cujos pais estão presos; capacitação para o efetivo acolhimento de mães e bebês; e a integração entre as secretarias municipais de Educação e de Assistência Social, para maior valorização da paternidade. Essas são as principais propostas do Plano Estratégico do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, que foram apresentadas pela juíza Raquel Chrispino, integrante da Coordenadoria Judiciária das Varas da Infância, da Juventude e do Idoso (Cevij), nesta quinta-feira, dia 8, no último dia de palestras da II Semana de Valorização da Primeira Infância. “O desenvolvimento nos primeiros dias de vida da criança pode ser melhor ou pior, depende de estímulos externos, carinho e atenção então recebidos na primeira infância. Os efeitos do encarceramento dos pais sobre essas crianças são muito negativos. Existe um percentual maior de crimes de jovens que tinham vistos os pais serem encarcerados na primeira infância, então a importância dessa atenção nesse momento de formação é gigantesca”, destacou o juiz Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, presidente da Cevij, que presidiu também a mesa. A juíza Raquel Chrispino, da (Cevij), revelou que esse acolhimento precisa ser através de um movimento de aproximação entre as equipes e uma capacitação conjunta no tema da primeira infância. A magistrada também fez uma relação com a data e o marco legal e o dia da mulher. “No dia 8 de março de 2016 veio o marco legal da primeira infância. Não é a toa que vem no Dia Internacional da Mulher, porque não dá pra cuidar do bebê sem cuidar da mulher, não dá pra cuidar da mulher, que é mãe, sem cuidar dos filhos dela. São dois feitos muito ligados e a gente acaba tendo essa comemoração dupla nesse dia tão importante. Com o marco legal da primeira infância nós tivemos espaço na Coordenadoria do Tribunal, de criar um projeto estratégico em três pontos de afetação que são justamente os três eixos do projeto e se mantém no planejamento do Poder Judiciário”, afirmou a magistrada. O evento reuniu representantes de órgãos públicos ligados às crianças, no Auditório José Navega Cretton, localizado no 7º andar do Fórum Central. Para o Secretário Municipal da Casa Civil do Rio de Janeiro, Paulo Messina, deve existir uma proposta de integração entre as equipes de educação, saúde e assistência social para ações preventivas. “A importância do estimulo da criança de 0 a 6 anos, nesse primeiro momento da vida é poder fazer com que ela evolua numa interação social muito melhor para o futuro. A gente vai colaborar com esse fórum e encaminhar propostas nos principais pontos de demanda, sendo cada um com suas especificidades. Então o ponto de partida deve ser a criação de três grupos de trabalho atuando cada um sobre suas responsabilidades, dentro dos eixos citados nesta pauta”, explicou. Também participaram do evento representantes das secretarias de Saúde, de Educação e de Assistência Social do município, além do presidente do Instituto Pereira Passos, Mauro Osório, e da promotora Allyne Giannini. Foto: Brunno Dantas MPM/JAB
08/03/2018 (00:00)
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