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Exibição de documentário teve debate e homenagem a Caó

Nádia Mendes Carlos Alberto Caó de Oliveira foi deputado federal na época da Constituinte e um dos grandes militantes do movimento negro brasileiro, sendo o autor da lei que tornou a discriminação racial um crime, em 1989. Falecido no começo de fevereiro deste ano, Caó foi homenageado na última sexta-feira, dia 2, na abertura do evento organizado pela Comissão Estadual da Verdade e da Escravidão Negra no Brasil (Cevenb) da OAB/RJ, que transmitiu o documentário Soldados do Araguaia, de Belisário França, que trata do combate à resistência armada durante a Ditadura Militar. O ex-ministro da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) Edson Santos conduziu a homenagem. “Pensei em fazer pesquisa sobre o Caó, mas achei que o melhor era falar da percepção que eu tinha dele”, disse, lembrando que participou junto com o homenageado do Comitê Brasileiro da Anistia. “Eu conheci o Caó como uma figura destacada, era presença muito marcante, pelas suas posições e suas intervenções, que eram sempre referência nas reuniões que participávamos”, afirmou. Edson Santos definiu Caó como um político por excelência. “Mas um que não perdeu a referência do seu papel no parlamento e representava a defesa de segmentos historicamente discriminados ou excluídos da sociedade brasileira. A partir daí a gente teve oportunidade de construir uma política voltada a comunidades quilombolas, por exemplo. Nós somos herdeiros da luta do Caó, da luta democrática e da luta antirracistas”, concluiu. A diretora de Igualdade Racial da OAB/RJ, Ivone Caetano, pontuou a diferença da atuação da época de Caó em comparação com a atualidade e lembrou que, apesar dos avanços, o racismo permanece entranhado na sociedade brasileira. “Nesse pais se você tem a pele negra, não importa quem você é ou o espaço que você ocupa, você vai passar por preconceito sim. O preconceito aqui acontece de 5 em 5 minutos”, constatou. Segundo ela, é muito difícil que isso mude a curto prazo. “Estamos num retrocesso e falta união. O grande cuidado que temos que ter é a união”, avaliou. Também participaram da homenagem a vice-presidente do IAB e presidente da Comissão de Direito Sindical da OAB/RJ, Rita Cortez; o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ, André Barros; e o diretor do Centro de Documentação e Pesquisa da OAB/RJ, Aderson Bussinger. O presidente da Cevenb, Humberto Adami, falou um pouco sobre o documentário, antes da exibição da película. “O filme é sobre os militares de baixa patente que serviram como recrutas na época da Guerrilha do Araguaia, não é sobre os guerrilheiros. Vamos ouvir o lado dos militares, que estão hoje na faixa dos 50 anos. O que mais chamou a nossa atenção foi que a maioria dos soldados é de pele preta ou parda”. Após o filme, houve um debate com o diretor do documentário, Belisário França. Ele também dirigiu o documentário Menino 23. Segundo França, Soldados do Araguaia traz uma parte da história da Guerrilha do Araguaia com uma visão pouco falada. “Imaginar que dentro do aparelho repressor também havia repressão, surpreende. A perspectiva do jovem que se viu no meio de uma operação sem nenhum preparo me pareceu ser uma perspectiva original”, disse. Participaram do debate o representante do projeto Clinicas do Testemunho, Eduardo Lociser; a desembargadora e diretora de Igualdade Racial da OAB/RJ, Ivone Caetano; o diretor do Centro de Documentação e Pesquisa da OAB/RJ, Aderson Bussinger; o jornalista Hugo Studart; o padre Ricardo Rezende; e o presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Eduardo Araújo. O debate está disponível, na íntegra, no canal da OAB/RJ no YouTube.
05/03/2018 (00:00)
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