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Copom reduz Selic a 6,75% e sinaliza fim de ciclo de cortes

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, para 6,75% ao ano, nova mínima histórica. Em reunião encerrada na noite de ontem, o colegiado acenou com uma possível interrupção do ciclo de cortes de juros, mas deixou uma porta aberta para baixar mais dependendo da evolução do cenário econômico. “Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, o comitê vê, neste momento, como mais adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”, afirmou o BC em comunicado, referindo-se à reunião agendada para os dias 20 e 21 de março. “Essa visão para a próxima reunião pode se alterar e levar a uma flexibilização monetária moderada adicional, caso haja mudanças na evolução do cenário básico e do balanço de riscos.” O colegiado presidido por Ilan Goldfajn não deu acenos sobre o que fará depois do encontro de março. Voltou a afirmar que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação. Essa discussão pode ser aprofundada na ata da reunião, que será pulgada pelo BC na quinta-feira, dia 15, às 8 horas. O Banco Central manteve a avaliação de que a conjuntura econômica, com inflação baixa e alta ociosidade na economia, prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural, que é aquela capaz de promover crescimento com inflação nas metas. O Copom também voltou a enfatizar que o processo de reformas e ajustes na economia propostas pelo governo contribui para a queda dessa taxa estrutural. Em termos reais, o juro está ao redor de 2,8%, considerando as taxas negociadas no mercado financeiro nos contratos de swap de 360 dias, descontada a inflação projetada pelos analistas econômicos privados para os próximos 12 meses. O mercado estima que a taxa estrutural de juros se encontra em 5% ao ano e que poderá cair a 4% ao ano dentro de alguns anos, segundo uma pesquisa feita pelo BC. Quando iniciou o ciclo de baixa da Selic, em outubro de 2016, o juro real estava em torno de 6,9% ao ano. Para o Copom, o corte da Selic para 6,75% “é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2018 e, com peso menor e gradualmente crescente, de 2019”. Com juro de 6,75% em 2018 e 8% em 2019 previstos pelo mercado financeiro, segundo a pesquisa Focus de expectativas, o modelo de projeção do BC aponta para um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em torno de 4,2% neste e no próximo ano. São resultado próximo das metas de 4,5% de 2018 e de 4,25% em 2019. Em dezembro, as projeções do BC também estavam em 4,2%, mas naquela época o mercado esperava juro de 7% em 2018 e 8% em 2019. Não houve mudanças no balanço de riscos para a inflação, ou seja, nos fatores destacados pelo BC que podem fazer o IPCA ficar abaixo ou mais alto do que o esperado. Do lado positivo, o BC cita a combinação de possíveis efeitos secundários da queda de preços de alimentos e de produtos industriais e a chance de propagação da inflação baixa por mecanismos inerciais. No lado contrário, está a possibilidade de uma frustração com as reformas afetar prêmios de risco elevando a trajetória da inflação. Esse risco se intensifica, segundo o Copom, em caso de reversão no quadro externo. A recente instabilidade observada nos mercados financeiros não mudou a avaliação do Copom sobre o ambiente internacional. “O cenário externo tem se mostrado favorável, na medida em que a atividade econômica cresce globalmente.” Ainda de acordo com o Copom, esse ambiente de crescimento tem contribuído, até o momento, para manter o apetite ao risco em relação a economias emergentes, “apesar da volatilidade recente das condições financeiras nas economias avançadas”. Sobre a atividade doméstica, o Copom mostra maior confiança na retomada, afirmando que os indicadores pulgados desde a reunião de dezembro mostram “recuperação consistente da economia brasileira”. Em dezembro, a avaliação do BC era de “sinais compatíveis com a recuperação gradual da economia brasileira”. O colegiado também manteve a avaliação de que o cenário básico para a inflação tem evoluído, em boa medida, conforme o esperado. “O comportamento da inflação permanece favorável, com persas medidas de inflação subjacente em níveis confortáveis ou baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”, diz o comunicado. Sobre a inflação corrente, Ilan disse recentemente em uma entrevista que, em função do comportamento dos combustíveis e alimentos, os índices de preços podem mostrar maior volatilidade em 2018. Por isso, afirmou, o BC olhará a tendência da inflação e não variações mensais. Os núcleos de preços são uma forma de avaliar a tendência da inflação. Medidas “confortáveis” mostram preços em linha com a meta, núcleos “baixos” sugerem preços mais próximos do piso da meta.
08/02/2018 (00:00)
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