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Acusados da morte do Cabo Pet são condenados a 26 e 28 anos de reclusão

Sob forte escolta de agentes da Policia Federal, foram conduzidos ao Fórum de Belém, para serem julgados pelo 1º Tribunal do Júri de Belém, presidido pelo juiz Edmar Pereira, Jhon Herbert Santos da Silva, 32 anos, conhecido por Grue, e Mauro Alexandre Nunes dos Passos, 35 anos, o Mauro Gordo, réus confessos do homicídio do PM Antônio Marcos Figueiredo, 43 anos, conhecido como cabo Pet, além de Adriano de Andrade dos Santos Neto, 32 anos, conhecido como Panturrilha, também julgado e condenado pelo crime. Por maioria dos votos, os jurados acataram a acusação sustentada pelo promotor de justiça José Rui de Almeida Barbosa de que os três réus foram autores do homicídio qualificado, cuja pena prevista é de 12 a 30 anos de reclusão. Por maioria dos votos, os jurados rejeitaram o requerimento do defensor público Alex Noronha, que requereu o benefício da delação premiada em relação ao réu Jhon Herbert. Mas o pedido foi indeferido pelo juiz que acompanhou o entendimento da promotoria do júri, de que a deleção premiada teria que vir formalizada conforme previsto na lei. Em relação ao réu Mauro Alexandre, a defesa sustentou a tese de inexigibilidade de conduta persa, quando não se pode esperar outra ação do agente, sendo rejeitada pelo jurado. Em relação ao réu Adriano de Andrade dos Santos Neto, o defensor requereu a absolvição por negativa de autoria, também rejeitada. A pena base de 26 anos de reclusão para cada réu foi acrescentada em mais dois anos em razão dos acusados não serem primários. Na dosemetria da pena o juiz considerou a atenuante da confissão espontânea para os réus Jhon Herbert e Mauro Alexandre, reduzindo em dois anos, fixando a pena definitiva em 26 anos para cada réu. A pena imposta a Adriano de Andrade, por não ter nenhum atenuante foi fixada em 28 anos de reclusão em regime inicial fechado. O júri começou por volta das 08h com depoimento da única testemunha que compareceu. Vizinho do PM assassinado, J. M. S assistiu o tiroteio e viu quando a vítima foi surpreendida pelos disparos dos 4 homens encapuzados que chegaram num veiculo, modelo sedan e efetuaram vários disparos. Ele informou que a vítima tentou se defender e revidou os disparos do interior de seu veiculo, que ficou com as perfurações das balas. A viúva do policial também foi ouvida como informante, mas, não pode prestar informações pois não viu nada. Logo após foi colhido os interrogatórios dos acusados. Os dois primeiros réus Jhon Hebert e Mauro Alexandre confessam participação na autoria do crime. Ambos alegaram que estavam sendo ameaçados pelo Pet, que integrava grupo de milicianos e ue amedrontava comerciantes e moradores da comunidade do Guama e Terra Firma. Herbert alegou que ele em sociedade com outros jovens da comunidade tinham comprado uma aparelhagem, que intitularam de “Aparelhagem Rex”, e que a polícia estava alegando se tratar de organização criminosa. Os acusados alegaram que o grupo de Pet, também conhecido como grupo de extermínio, já tinha matado dois irmãos sócio da aparelhagem e que vinham ameaçando Jhon Herbert e Mauro Alexandre. “Era morrer ou matar e nós resolvemos matar ... “ afirmou Herbert. Os dois primeiros réus inocentaram Adriano de Andrade, conhecido como Panturrilha. Em interrogatório, Panturrilha disse que quando o crime ocorreu ele estava foragido da colônia Agrícola Heleno Frango, e tinha ido à Fortaleza para comprar bonés por atacado e vender na Feira do Ver-O-Peso. O 'cabo Pet' foi morto a tiros por volta das 19horas do dia 04/11/2014, quando chegava em casa, na rua Augusto Corrêa, no bairro do Guamá, em Belém. Conforme a acusação, quatro homens vinham seguindo o policial, que estava afastado temporariamente das atividades policiais e integrava o grupo de milicianos “Irmãos de Farda”. Pet agia naquele bairro e tinha animosidade com a facção criminosa Rex, integrado pelos réus.
Fonte:
TJ Para
09/11/2017 (00:00)
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